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A brucelose é uma doença que afeta vários animais domésticos entre eles os cães e também o homem. Ela é uma zoonose. 

A etiologia em cães é a bactéria Brucella canis, um cocobacilo gram negativo, sendo que eles podem se infectar também com B. abortus.

Incidência: ao redor de 6%

Patogenia: a Brucella invade os linfonodos e se intala nos órgãos do sistema reprodutivo em machos e fêmeas causando as alterações principais.

Transmissão: normalmente a tranmissão ocorre por contato sexual, mas também pode ser transmitida pelo contato com placentas e fetos infectados, secreções vaginais e prepuciais e até urina (onde existam superpopulação de cães). Além dessas vias ela pode ser transmitida em objetos contaminados com estas secreções, por exemplo, luvas.

Sintomas: Apesar do abortamento ao redor do 55° dia de gestação ser o principal sintoma em fêmeas e a orquite/epididmite em machos, existe uma série de outros sintomas que podem ser indicativos da doneça, como por exemplo: infertilidade em machos e fêmeas, presença de secreção vaginal, dermatite escrotal, discoespondilite, linfadenite, uveíte, reabsorção embrionária, natimortalidade e até mesmo pode se apresentar sem sintomas.

Diagnóstico: Existem vários testes que podem ser utilizados para o diagnóstico da brucelose, Aglutinação Rápida em Placa ou Tubo (card ou RSAT), Imunofifusão em Gel (AGID), enzimaimunoensaio (ELISA), PCR e hemocultura.

Tratamento: é muito importante salientar que a brucelose pode ser transmitida para os humanos e por isso deve-se pensar muito bem quanto ao que será feito com o cão soropositivo.

Prevenção e controle: o ideal é que os reprodutores sejam testados para brucelose antes do acasalamento ou mesmo inseminação artificial. É obrigatório que o cão cujo sêmen for congelado, tenha exame de brucelose negativo.